Hummm... Enquanto o filme trata de como enfrentar a solidão numa cidade grande pós-apocalipse ele é uma pequena obra-prima. A desolação de Nova Iorque chega até a ser agressiva, com arbustos/arvores nascendo nas ruas, que contam com a presença de veados e leões, um ambiente selvagem mesmo.
Eu particularmente sou fã de cenas que mostram uma cidade totalmente inabitada: Vanilla Sky, O Advogado do Diabo, Exterminio, O Dia Dos Mortos... todos esses filmes têm cenas assim, mas nenhum consegue ter o mesmo impacto que o Eu sou a lenda.Alias, esse filme é bem parecido com Exterminio, mais no roteiro do que na execução em si. O que é algo bom, eu diria, a diferença é que o final do filme de Danny Boyle se encaixa perfeitamente com tudo o que foi criado anteriormente, ao contrário de "Eu sou a Lenda", que se transforma num filme de ação com efeitos especias não muito bons, perdendo totalmente a força que por algum tempo ele teve. O final hollywoodiano também atrapalha bastante, mas isso já era esperado.
Will Smith consegue nos fazer acreditar que ele é a última pessoa na terra, e que está prestes a perder a sanidade, não fosse por uma rotina que ele se auto impõe, que inclui uma transmissão de rádio para tentar achar outra pessoa na mesma situação. Will não deve absolutamente nada a Tom Hanks quando fez Naufrago, alias acho que Will conseguiu ser mais intenso e verossimel ainda.
Mesmo com as falhas que eu citei, ainda sim é um filme bem acima de média, há umas três cenas excelentes, como aquela q ele está trancado na casa, dentro da banheira com Sam... só escutando os gritos dos zumbis-vampiros do lado de fora. Pois é, bem que o filme podia ter evitado de mostrar tanto os vampirões... seria muito melhor! Gostei também do ODE A BOB MARLEY. Roots rock reggae, sweet reggae music! Hahaha...fiquei uns 3 anos sem escutar reggae, o filme me deixou com vontade e é o que estou fazendo agora.Não sou de dar nota, mas eu daria uns 83... e eu acho que uma indicação pro Will Smith seria mais do que merecida, mas não vai acontecer
28.12.07
26.12.07
the man from earth
The Man From Earth, 2007
Jerome Bixby
Quando o filme acabou posso dizer que fiquei um tanto atônito com o que tinha acabado de ver. The Man From Earth é um filme de ficção científica que não possui nenhum efeito especial e seus cujos seus 90 minutos se passam no interior de uma sala como qualquer outra. A história é apenas um homem falando sobre sua vida para um grupo de pessoas. Mas não é qualquer vida. John Oldman afirma ter nascido há mais de 14 mil anos o que faz dele um verdadeiro homem das cavernas. A princípio os amigos de John levam tudo na brincadeira, mas de alguma forma começam a ficar um tanto quanto enfeitiçados com o que ele diz. Os amigos dele são 4 homens da ciência, um arqueólogo, um professor de biologia, um professor de história(acredito eu) e um psiquiatra, alem de uma cristã fervorosa. Os amigos começam a fazer perguntas a John que vai respondendo uma a uma, intrigando tanto eles, quanto ao público.
As possibilidades parecem infinitas, o conteudo filósofico do filme é bem rico, assim como a explicação para acontecimentos chaves da história da humanidade. O filme pode provocar a ira de certas pessoas, que não admitem ver suas crenças serem contestadas, mas que não pensam duas vezes antes de contestar os que acreditam em algo diferente deles.
A idéia do final é muito boa, mas ela não é executada da maneira correta. Parece que foi feita na pressa, o que acabou atrapalhando o resultado final.
De qualquer forma, é um daqueles tipos de filme que propiciam várias discussões, com argumentos infindáveis, o que é sempre algo bem vindo.
Jerome Bixby
Quando o filme acabou posso dizer que fiquei um tanto atônito com o que tinha acabado de ver. The Man From Earth é um filme de ficção científica que não possui nenhum efeito especial e seus cujos seus 90 minutos se passam no interior de uma sala como qualquer outra. A história é apenas um homem falando sobre sua vida para um grupo de pessoas. Mas não é qualquer vida. John Oldman afirma ter nascido há mais de 14 mil anos o que faz dele um verdadeiro homem das cavernas. A princípio os amigos de John levam tudo na brincadeira, mas de alguma forma começam a ficar um tanto quanto enfeitiçados com o que ele diz. Os amigos dele são 4 homens da ciência, um arqueólogo, um professor de biologia, um professor de história(acredito eu) e um psiquiatra, alem de uma cristã fervorosa. Os amigos começam a fazer perguntas a John que vai respondendo uma a uma, intrigando tanto eles, quanto ao público.
As possibilidades parecem infinitas, o conteudo filósofico do filme é bem rico, assim como a explicação para acontecimentos chaves da história da humanidade. O filme pode provocar a ira de certas pessoas, que não admitem ver suas crenças serem contestadas, mas que não pensam duas vezes antes de contestar os que acreditam em algo diferente deles.
A idéia do final é muito boa, mas ela não é executada da maneira correta. Parece que foi feita na pressa, o que acabou atrapalhando o resultado final.
De qualquer forma, é um daqueles tipos de filme que propiciam várias discussões, com argumentos infindáveis, o que é sempre algo bem vindo.
24.12.07
transformers
Transformers, 2007
Michael Bay
O bom de assistir um filme tendo expectativas bem baixas é que ele dificilmente vai ser pior do que você imagina, podendo até supreender positivamente, e é isso o que aconteceu com Transformers. Fui assistir meio sem vontade, devido algumas críticas que li, que não mediram esforços em meter o pau, mas acabei gostando muito, apesar de certas falhas.
Para inicio de conversa, Transformers é uma piração. Não dá para avaliar o filme buscando um mar de verossimilhança ou esperando um filme de ficção científica nos moldes de um Solaris, Doze Macacos, etc.
Os pontos fortes de Transformers são suficientes para mascarar os problemas e fazer dele o melhor filme de ação do ano disparado. Primeiramente, o ator Shia LaBeouf é fantástico para o papel. Ele tem um carisma gigantesco e sabe tirar um humor convincente de situações tensas. Ele é praticamente uma versão moderna de Marty McFly e Ferris Buller, o que com certeza é sempre positivo. A adição de atrizes gostosas cuja personagem seja minimamente plausivel, como Megan Fox, servindo quase que apenas para atiçar o público masculino é algo bem-vindo... mas é forçado colocar uma atriz como Rachael Taylor interpretando uma hacker capaz de identificar uma invasão vinda de outro mundo. Mas ok.
Outro destaque fica pelos efeitos visuais. Wow. Michael Bay sabe mesmo explodir coisas. As cenas envolvendo os robos do bem e os robos do mal são incríveis, de tirar o folego mesmo. Eu particularmente sou fã das cameras lentas em cenas de ação, não sei por que certos criticos vivem reclamando disso, dizendo que não adiciona nada a trama e etc! Bah, é so uma forma de deixar tudo mais interessante.
Apesar de ter um excelente protagonista com belas cenas de ação, tudo temperado com um humor inspirado e inusitado, existem certos problemas que não permitem que Transformers possa ser considerado um grande filme.
Michael Bay tinha um material de primeira na mão, ele poderia ter feito algo grandioso, mas não foi o que aconteceu. Ele se encantou com a possibilidade de criar cenas de explosões e combate, se preocupou demais em tornar o filme um épico e acabou não centrando no ponto mais interessante, que é justamente a relação entre o pia do filme com o seu robo guardião, o tal do Bumblebee. A relação maquina x homens deveria e poderia facilmente ter sido melhor explorada.
Como falei, as cenas de ação são realmente boas, incriveis, mas em certos momentos há um exagero de detalhes que pode afetar nossos sentidos. Comparando com música, Transformers as vezes parece uma banda de black metal, é muito barulho, realmente complicado.
Outro erro, esse dos roteiristas, é o exagero de sub-tramas. O filme deveria ter só duas: Pia e seu robô e autobots x robos do mal. Mas não, tem uns caras do exército e uns hackers. Passar de uma cena empolgante do pia e Bumblebee para uma dos soldados americanos enfrentando um robo-escorpião é totalmente quebra clima, da mesma forma que acontecia em Senhor dos Anéis, no meio da batalha do abismo de Helm cortava para uma cena mais amena... E o pior é que esses personagens são mal apresentados, são mal desenvolvidos e tem suas histórias mal acabadas.
De qualquer forma, vale muito a pena. O melhor momento do filme envolve um robo e um cachorro drogado. Risadas garantidas.
Michael Bay
O bom de assistir um filme tendo expectativas bem baixas é que ele dificilmente vai ser pior do que você imagina, podendo até supreender positivamente, e é isso o que aconteceu com Transformers. Fui assistir meio sem vontade, devido algumas críticas que li, que não mediram esforços em meter o pau, mas acabei gostando muito, apesar de certas falhas.
Para inicio de conversa, Transformers é uma piração. Não dá para avaliar o filme buscando um mar de verossimilhança ou esperando um filme de ficção científica nos moldes de um Solaris, Doze Macacos, etc.
Os pontos fortes de Transformers são suficientes para mascarar os problemas e fazer dele o melhor filme de ação do ano disparado. Primeiramente, o ator Shia LaBeouf é fantástico para o papel. Ele tem um carisma gigantesco e sabe tirar um humor convincente de situações tensas. Ele é praticamente uma versão moderna de Marty McFly e Ferris Buller, o que com certeza é sempre positivo. A adição de atrizes gostosas cuja personagem seja minimamente plausivel, como Megan Fox, servindo quase que apenas para atiçar o público masculino é algo bem-vindo... mas é forçado colocar uma atriz como Rachael Taylor interpretando uma hacker capaz de identificar uma invasão vinda de outro mundo. Mas ok.
Outro destaque fica pelos efeitos visuais. Wow. Michael Bay sabe mesmo explodir coisas. As cenas envolvendo os robos do bem e os robos do mal são incríveis, de tirar o folego mesmo. Eu particularmente sou fã das cameras lentas em cenas de ação, não sei por que certos criticos vivem reclamando disso, dizendo que não adiciona nada a trama e etc! Bah, é so uma forma de deixar tudo mais interessante.
Apesar de ter um excelente protagonista com belas cenas de ação, tudo temperado com um humor inspirado e inusitado, existem certos problemas que não permitem que Transformers possa ser considerado um grande filme.
Michael Bay tinha um material de primeira na mão, ele poderia ter feito algo grandioso, mas não foi o que aconteceu. Ele se encantou com a possibilidade de criar cenas de explosões e combate, se preocupou demais em tornar o filme um épico e acabou não centrando no ponto mais interessante, que é justamente a relação entre o pia do filme com o seu robo guardião, o tal do Bumblebee. A relação maquina x homens deveria e poderia facilmente ter sido melhor explorada.
Como falei, as cenas de ação são realmente boas, incriveis, mas em certos momentos há um exagero de detalhes que pode afetar nossos sentidos. Comparando com música, Transformers as vezes parece uma banda de black metal, é muito barulho, realmente complicado.
Outro erro, esse dos roteiristas, é o exagero de sub-tramas. O filme deveria ter só duas: Pia e seu robô e autobots x robos do mal. Mas não, tem uns caras do exército e uns hackers. Passar de uma cena empolgante do pia e Bumblebee para uma dos soldados americanos enfrentando um robo-escorpião é totalmente quebra clima, da mesma forma que acontecia em Senhor dos Anéis, no meio da batalha do abismo de Helm cortava para uma cena mais amena... E o pior é que esses personagens são mal apresentados, são mal desenvolvidos e tem suas histórias mal acabadas.
De qualquer forma, vale muito a pena. O melhor momento do filme envolve um robo e um cachorro drogado. Risadas garantidas.
23.12.07
shaun of the dead
Shaun of the Dead, 2004
Edgar Wright
O Brasil provavelmente é o pais que menos sabe lidar com o cinema no mundo inteiro. Tanto na criação de seus próprios - que na sua grande maioria é uma grande merda -, como na distribuição de filmes de fora. É só pensar nos vários titulos nacionais ridiculos ou nos famosos subtitulos, que conseguem ser piores ainda. Alem de péssimos trabalhos de legendas.
Shaun of the Dead é mais um filme acima da média que sofreu desse mal. Eu pelo menos nunca tinha ouvido falar dele e olha que sou um fã de filmes cujos personagens principais se transformam em mortos-vivos. Pra vocês(cá estou achando que alguém vai ler isso) perceberem como tá a situação é só tentar procurar em algum site como o ADOROCINEMA algo sobre o filme Todo Mundo Morto(é... tradução mais do que tosca).
Pois bem, o fato é que descobri "Shaun of the Dead" graças a "Hot Fuzz", que também me impressionou positivamente. Existem várias relações entre esses dois filmes, como o diretor Edgar Wright, os atores principais e certos detalhes que estão presentes em ambos, por exemplo desejo que o mesmo ator nos dois filmes possui pelo sorvete CORNETO e por aí vai.
Falando sobre o filme em si: Tudo começa com Shaun. Mais um cidadão comum numa cidade grande. Edgar Wright faz uma critica temperada com um humor nos moldes ingleses da rotina vivida por grande parte das pessoas. Seja a rotina num relacionamento ou no próprio trabalho. Shaun e Liz namoram a um bom tempo mas tudo o que eles fazem a ir a um pub meia-boca chamado Winchester. Liz quer algo novo, algo diferente... bem, é isso o que ela vai ter quando os ZUMBIS começarem a pipocar em todos os cantos da cinzenta Londres.
É incrivel a cena de Shaun acordando e indo para sua rotina diária sem perceber que a cidade está um caos, com os zumbis tomando conta. É engraçada a primeira vista, mas ela nos mostra alguém que está tão acostumado a fazer a mesma coisa que acaba não percebendo certas mudanças. Isso também tem a ver com o grande isolamento social que acontece principalmente em cidades europeias, onde as pessoas preferem ficar fechadas no seu mundo particular.
O filme está cheio de piadas envolvendo clichês de filmes de zumbis. Essas piadas provavelmente vão ter mais graça para quem conhece os trabalhos de George Romero. Alias, esse é o primeiro filme de zumbis no qual uma personagem fala essa palavra: Zumbi!!! E pra ficar mais engraçado ainda, logo na sequência ela é repreendida: Dont say the Z word! Hah!
Simon Pegg se mostra um ator extremamente competente e versátil. Ele tem um timming cômico perfeito. Ele não parece preocupado em fazer o público rir em todos os momentos. Geralmente há mais graça quando ele não está tentando ser engraçado e sim tentando contornar certas situações, como esquecer de reservar um lugar num restaurante chique.
Shaun of the Dead começa perfeito mas vai perdendo força aos poucos. As referências a um "Drink no Inferno" e principalmente "A Noite dos Mortos Vivos" acabam enchendo um pouco o saco num dado momento. Há outro fato que eu ainda não sei se é bom ou se é ruim, mas parece que o filme não se decide se quer ser uma comédia ou um horror/terror. Acho que esse um novo gênero: Horror engraçado. Piada sem graça. Ao contrário de 50% do filme que garante muitas risadas.
E no final temos mais uma critica social afiada, fechando com chave de ouro esse belo filme que tinha potencial para ser melhor. Não sei como, nao sei o muito bem o que está errado, mas... que dava pra melhorar dava.
Edgar Wright
O Brasil provavelmente é o pais que menos sabe lidar com o cinema no mundo inteiro. Tanto na criação de seus próprios - que na sua grande maioria é uma grande merda -, como na distribuição de filmes de fora. É só pensar nos vários titulos nacionais ridiculos ou nos famosos subtitulos, que conseguem ser piores ainda. Alem de péssimos trabalhos de legendas.
Shaun of the Dead é mais um filme acima da média que sofreu desse mal. Eu pelo menos nunca tinha ouvido falar dele e olha que sou um fã de filmes cujos personagens principais se transformam em mortos-vivos. Pra vocês(cá estou achando que alguém vai ler isso) perceberem como tá a situação é só tentar procurar em algum site como o ADOROCINEMA algo sobre o filme Todo Mundo Morto(é... tradução mais do que tosca).
Pois bem, o fato é que descobri "Shaun of the Dead" graças a "Hot Fuzz", que também me impressionou positivamente. Existem várias relações entre esses dois filmes, como o diretor Edgar Wright, os atores principais e certos detalhes que estão presentes em ambos, por exemplo desejo que o mesmo ator nos dois filmes possui pelo sorvete CORNETO e por aí vai.
Falando sobre o filme em si: Tudo começa com Shaun. Mais um cidadão comum numa cidade grande. Edgar Wright faz uma critica temperada com um humor nos moldes ingleses da rotina vivida por grande parte das pessoas. Seja a rotina num relacionamento ou no próprio trabalho. Shaun e Liz namoram a um bom tempo mas tudo o que eles fazem a ir a um pub meia-boca chamado Winchester. Liz quer algo novo, algo diferente... bem, é isso o que ela vai ter quando os ZUMBIS começarem a pipocar em todos os cantos da cinzenta Londres.
É incrivel a cena de Shaun acordando e indo para sua rotina diária sem perceber que a cidade está um caos, com os zumbis tomando conta. É engraçada a primeira vista, mas ela nos mostra alguém que está tão acostumado a fazer a mesma coisa que acaba não percebendo certas mudanças. Isso também tem a ver com o grande isolamento social que acontece principalmente em cidades europeias, onde as pessoas preferem ficar fechadas no seu mundo particular.
O filme está cheio de piadas envolvendo clichês de filmes de zumbis. Essas piadas provavelmente vão ter mais graça para quem conhece os trabalhos de George Romero. Alias, esse é o primeiro filme de zumbis no qual uma personagem fala essa palavra: Zumbi!!! E pra ficar mais engraçado ainda, logo na sequência ela é repreendida: Dont say the Z word! Hah!
Simon Pegg se mostra um ator extremamente competente e versátil. Ele tem um timming cômico perfeito. Ele não parece preocupado em fazer o público rir em todos os momentos. Geralmente há mais graça quando ele não está tentando ser engraçado e sim tentando contornar certas situações, como esquecer de reservar um lugar num restaurante chique.
Shaun of the Dead começa perfeito mas vai perdendo força aos poucos. As referências a um "Drink no Inferno" e principalmente "A Noite dos Mortos Vivos" acabam enchendo um pouco o saco num dado momento. Há outro fato que eu ainda não sei se é bom ou se é ruim, mas parece que o filme não se decide se quer ser uma comédia ou um horror/terror. Acho que esse um novo gênero: Horror engraçado. Piada sem graça. Ao contrário de 50% do filme que garante muitas risadas.
E no final temos mais uma critica social afiada, fechando com chave de ouro esse belo filme que tinha potencial para ser melhor. Não sei como, nao sei o muito bem o que está errado, mas... que dava pra melhorar dava.
20.12.07
harry potter 5 e SUPERBAD
harry potter e a ordem da fênix
quando eu havia lido o livro lembro-me de não ter gostado muito. o pouco encanto que eu tinha com harry potter jah estava perdendo força naquela época. agora quando vi o filme gostei menos ainda. claro, tecnicamente tudo é MUITO bem feito. os figurinos, o som, a fotografia, os efeitos especiais, tudo de primeira... mas infelizmente essas coisas não são capazes de segurar uma história chata, um tanto capenga, que basicamente vai do nada a lugar nenhum.
esse lance de LORD VOLDEMORT voltou é meio bizarro pra mim. ele apareceu em todos os ofilmes até agora e em todos dizem: eu não acredito q ele está de volta. MAS QUE PORRA É CLARO Q ELE VOLTOU... o filme se resume a isso, a essa dúvida mortal que jah tinha sido respondida antes...
sei lá, nem tem absolutamente nada novo, nenhuma revelação que tenha importancia. não tem enredo, não tem nada. decepção total.
superbad
CARALHO! que filme fantástico. nunca tinha ouvido falar dele e por isso minha surpresa foi enorme. fazia tempo q eu não via algo que retratase tão bem a saida da adolescencia e a entrada no periodo do quase-adulto.
seth e evan não são os caras mais "cool" do colégio e eles meio q decidem mudar um pouco isso prometendo algo que eles estão meio distantes de cumprir. mas não vão medir forças para tentar conseguir.
os dialogos são provavelmente a melhor coisa do filme, sempre alguma coisa engraçada, interessante... outro ponto positivo, foi a forma como o filme conseguiu retratar a amizade entre dois jovens... fazia tempo q eu nao via algo tão verdadeiro na tela.
quando eu havia lido o livro lembro-me de não ter gostado muito. o pouco encanto que eu tinha com harry potter jah estava perdendo força naquela época. agora quando vi o filme gostei menos ainda. claro, tecnicamente tudo é MUITO bem feito. os figurinos, o som, a fotografia, os efeitos especiais, tudo de primeira... mas infelizmente essas coisas não são capazes de segurar uma história chata, um tanto capenga, que basicamente vai do nada a lugar nenhum.
esse lance de LORD VOLDEMORT voltou é meio bizarro pra mim. ele apareceu em todos os ofilmes até agora e em todos dizem: eu não acredito q ele está de volta. MAS QUE PORRA É CLARO Q ELE VOLTOU... o filme se resume a isso, a essa dúvida mortal que jah tinha sido respondida antes...
sei lá, nem tem absolutamente nada novo, nenhuma revelação que tenha importancia. não tem enredo, não tem nada. decepção total.
superbad
CARALHO! que filme fantástico. nunca tinha ouvido falar dele e por isso minha surpresa foi enorme. fazia tempo q eu não via algo que retratase tão bem a saida da adolescencia e a entrada no periodo do quase-adulto.
seth e evan não são os caras mais "cool" do colégio e eles meio q decidem mudar um pouco isso prometendo algo que eles estão meio distantes de cumprir. mas não vão medir forças para tentar conseguir.
os dialogos são provavelmente a melhor coisa do filme, sempre alguma coisa engraçada, interessante... outro ponto positivo, foi a forma como o filme conseguiu retratar a amizade entre dois jovens... fazia tempo q eu nao via algo tão verdadeiro na tela.
18.12.07
hot fuzz
Após o primeiro minuto de Hot Fuzz eu já tinha certeza de que iria gostar do filme. Isso pq o inicio me fez lembrar muito dos bons filmes de Guy Ritchie, - no caso, Snatch: Porcos e Diamantes e Jogos, trapaços e dois canos fumegantes - isso devido ao fato do filme ser ambientado na inglaterra e de contar com uma apresentação do personagem bem estilosa.
Parecer com o bom Guy Ritchie seria uma coisa boa, mas melhor seria que Hot Fuzz tivesse um estilo próprio e assim ganhasse vida. E foi isso oq aconteceu.
A história é bem interessante. Um policial fodão de londres, sempre preocupado em servir e proteger, consegue prender VÁRIOS bandidos, mas são tantos que resolvem promove-lo a sargento, mas ao mesmo tempo muda-lo de area de atuação. Mandam ele para uma cidadezinha do campo que é conhecida por ter a menor taxa de crime de toda a inglaterra.
A contra gosto ele vai para a cidade e logo quando chega já tenta mostrar serviço. A primeira cena dele na cidade é hilária e envolve menores de idade em um PUB.
O filme segue cada vez mais interessante, com crimes misteriosos acontecendo e com os policiais tendo que entrar em serviço. Há uma surpresa um tanto quanto nonsense, mas muito divertida.
Existem umas 3 cenas um tanto violentas, que são basicamente um semi-gore, mas elas podem ser encaradas como um tipo de humor negro e podem provocar risadas.
Enfim, nao sei oq escrever alem disso, mas eh isso fera. Aquele abraço.
Parecer com o bom Guy Ritchie seria uma coisa boa, mas melhor seria que Hot Fuzz tivesse um estilo próprio e assim ganhasse vida. E foi isso oq aconteceu.
A história é bem interessante. Um policial fodão de londres, sempre preocupado em servir e proteger, consegue prender VÁRIOS bandidos, mas são tantos que resolvem promove-lo a sargento, mas ao mesmo tempo muda-lo de area de atuação. Mandam ele para uma cidadezinha do campo que é conhecida por ter a menor taxa de crime de toda a inglaterra.
A contra gosto ele vai para a cidade e logo quando chega já tenta mostrar serviço. A primeira cena dele na cidade é hilária e envolve menores de idade em um PUB.
O filme segue cada vez mais interessante, com crimes misteriosos acontecendo e com os policiais tendo que entrar em serviço. Há uma surpresa um tanto quanto nonsense, mas muito divertida.
Existem umas 3 cenas um tanto violentas, que são basicamente um semi-gore, mas elas podem ser encaradas como um tipo de humor negro e podem provocar risadas.
Enfim, nao sei oq escrever alem disso, mas eh isso fera. Aquele abraço.
12.12.07
morte no funeral de frank oz
Morte no Funeral, 2007
Frank Oz
Frank Oz é mais conhecido como a voz de YODA do que qualquer outra coisa. Como diretor ele jamais foi capaz de fazer um grande filme. Talvez por suas limitações técnicas ou talvez por medo de arriscar. O fato é que com Morte no Funeral ele finalmente conseguiu realizar algo que mereça ser comentado e lembrado, pelo menos por um tempo.
Morte no Funeral começa de uma forma original e divertida já nos seus créditos , em que acompanhamos uma animação de um caixão se movendo por ruas, como se fosse um carro, até chegar em uma casa.
Já na primeira situação temos uma boa ideia de como Frank Oz vai conseguir, na maior parte do filme, extrair humor de uma situação que trás mais sofrimento do que alegria sem soar desrespeitoso ou exagerado. A maioria das cenas engraçadas seguem no tom dessa primeira, mas existem uma ou outra em que o humor se torna mais escrachado e um pouco agressivo, mas nada que incomode, já que as risadas são garantidas.
Há um clima light bem natural que está por todo o filme e isso garante nosso envolvimento com a história e com os personagens, e ai começamos a rir e nos divertir com todas as situações. Como no começo, em que somos apresentados aos personagens e suas próprias sub-tramas assim como pequenos detalhes que cercam um enterro, e que quando vistos na telona podem render bons momentos de humor: Discussões entre dois irmãos para decidir oq fazer com a mãe, após a perda do marido, e também para ver quem vai pagar pelo funeral. O trabalho de dois personagens para irem pegar o TIO ALFIE e posteriormente encontrar vaga para estacionar. A presença de um anão misterioso no velório ou o consumo, por engano, de um alucinógeno por um personagem, algo que vai render os melhores momentos do filme, graças a excelente atuação de Alan Tudyk.
No fim temos uma história que diverte muito, provavelmente é o filme mais engraçado do ano até aqui. Uma boa surpresa pra mim.
Frank Oz
Frank Oz é mais conhecido como a voz de YODA do que qualquer outra coisa. Como diretor ele jamais foi capaz de fazer um grande filme. Talvez por suas limitações técnicas ou talvez por medo de arriscar. O fato é que com Morte no Funeral ele finalmente conseguiu realizar algo que mereça ser comentado e lembrado, pelo menos por um tempo.
Morte no Funeral começa de uma forma original e divertida já nos seus créditos , em que acompanhamos uma animação de um caixão se movendo por ruas, como se fosse um carro, até chegar em uma casa.
Já na primeira situação temos uma boa ideia de como Frank Oz vai conseguir, na maior parte do filme, extrair humor de uma situação que trás mais sofrimento do que alegria sem soar desrespeitoso ou exagerado. A maioria das cenas engraçadas seguem no tom dessa primeira, mas existem uma ou outra em que o humor se torna mais escrachado e um pouco agressivo, mas nada que incomode, já que as risadas são garantidas.
Há um clima light bem natural que está por todo o filme e isso garante nosso envolvimento com a história e com os personagens, e ai começamos a rir e nos divertir com todas as situações. Como no começo, em que somos apresentados aos personagens e suas próprias sub-tramas assim como pequenos detalhes que cercam um enterro, e que quando vistos na telona podem render bons momentos de humor: Discussões entre dois irmãos para decidir oq fazer com a mãe, após a perda do marido, e também para ver quem vai pagar pelo funeral. O trabalho de dois personagens para irem pegar o TIO ALFIE e posteriormente encontrar vaga para estacionar. A presença de um anão misterioso no velório ou o consumo, por engano, de um alucinógeno por um personagem, algo que vai render os melhores momentos do filme, graças a excelente atuação de Alan Tudyk.
No fim temos uma história que diverte muito, provavelmente é o filme mais engraçado do ano até aqui. Uma boa surpresa pra mim.
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